quinta-feira, 17 de novembro de 2016


quinta-feira, 15 de setembro de 2016


Saúde na terceira idade: Conheça 5 esportes para idosos

Além de afastar o sedentarismo, esportes para idosos oferecem vários benefícios à saúde.

A prática de atividades físicas para pessoas acima de 60 anos é fundamental para melhorar a qualidade de vida. Se movimentar-se é uma necessidade para espantar o sedentarismo, conhecer e praticar esportes para idosos torna-se ainda mais importante. esportes-para-idosos Jogar tênis é uma das opções de esportes para idosos.

A importância dos esportes para idosos

Com a chegada da terceira idade, a capacidade física do corpo humano sofre muitas alterações. A redução da resistência e da força muscular são algumas delas. Mas isso não é motivo para se acomodar e achar que não é possível fazer muito esforço e praticar esportes.

 Ao contrário, nessa fase da vida é ainda mais importante manter o corpo em movimento, respeitando as suas novas condições e limitações. E que tal fazer isso praticando esportes para idosos?

São inúmeros os benefícios que as atividades físicas trazem para a saúde, tanto para o estado físico quanto para o mental e psicológico.

Manter o corpo ativo auxilia no fortalecimento dos músculos, melhora a flexibilidade e o condicionamento físico, aumenta os movimentos e ainda ajuda na prevenção de uma série de doenças como hipertensão, derrames, varizes, obesidade, diabetes, osteoporose, problemas no coração e pulmões.

 E ainda evita a ansiedade e a depressão, pois promove a integração com outras pessoas, evitando o isolamento.

Veja 5 opção de esportes para idosos 

Conheça alguns esportes para idosos que podem ser praticados regularmente.

Natação e hidroginástica 

As atividades na água trazem diversas vantagens para as pessoas. Desde o fortalecimento dos músculos até a melhora no processo respiratório, nadar é uma ótima opção para os idosos.

Como trabalha com a parte aeróbica, a natação e a hidroginástica ainda protege as articulações e trabalha a circulação sanguínea, ajudando no tratamento de doenças como artrite e osteoporose.

Caminhada e corrida

Caminhar pelo menos 30 minutos todos os dias é fundamental para levar um estilo de vida saudável. E é um dos esportes para idosos mais praticados. A atividade ajuda a combater problemas cardiovasculares e melhora a respiração. Além disso, ainda fortalece os músculos e desenvolve o equilíbrio e coordenação motora.

Ioga e pilates

Ioga e pilates são ótimas opções para adquirir flexibilidade e equilíbrio. Trabalham também no alívio de dores, na melhora da postura corporal e até na autoestima, devido a sua filosofia espiritual.

Bicicleta

Andar de bicicleta pode ser uma atividade bem prazerosa para os idosos. Pedalar não exige muito esforço, além de proporcionar um passeio agradável por parques e praças. Ela ajuda a fortalecer os músculos presentes no quadril e nas pernas, promovendo o equilíbrio.

Musculação Por último, melhorando o condicionamento físico e a resistência muscular e dos ossos, a musculação é uma das atividades mais importantes. É preciso trabalhar principalmente na repetição dos exercícios e não no peso. Dessa forma, você conquista o fortalecimento dos músculos, melhora a circulação sanguínea e a respiração.

É importante lembrar que a prática de esportes para idosos deve ser feita depois de um alongamento e aquecimento adequados, evitando lesões e problemas mais sérios. O objetivo de fazer atividades diariamente é manter a saúde física e mental do corpo. Afinal, a busca por qualidade de vida não tem idade.

Vocês, idosos, quais são as suas atividades físicas preferidas? Quais delas vocês indicariam para outros idosos?

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Olímpiadas

O Sesc Arcoverde realizará dia 17 de setembro de 2016 a 8ª Olímpiadas da Terceira Idade
As 8:30 horas na quadra do Colégio Carlos Rios. Que contará com a participação do Grupode Idosos Viver Mais de Arcoverde e do Grupo Amizade Ativa de São José do Egito entre outros.



quinta-feira, 21 de julho de 2016


Risco de queda é maior se a pessoa já caiu e toma muitos medicamentos 
Além disso, doenças e problemas de saúde também aumentam as chances. Idosos e crianças são os que mais costumam cair; veja como se proteger.
Do G1, em São Paulo

 Todo mundo já caiu alguma vez na vida. Mas como identificar se essa queda é apenas uma distração ou por causa de um obstáculo na rua ou algo mais preocupante? É importante saber que levar um tombo pode ser um simples acidente, mas pode ser também um sinal de problema de saúde.

Dados mostram que as quedas são a principal causa de morte de idosos no Estado de São Paulo – em até 44% dos casos, as consequências podem ser graves. E não são só os mais velhos que sofrem com o problema, mas também crianças menores de 5 anos, como explicou o ortopedista.

De acordo com a fisioterapeuta Laura Proença, o risco de queda aumenta se a pessoa já caiu. Além disso, se ela toma 4 ou mais remédios continuamente, como calmantes e laxantes, ou se tem problemas e doenças associados, como dificuldades de visão, hipoglicemia, depressão, incontinência urinária, osteoporose e até mesmo diabetes descontrolada, a chance de cair também pode aumentar.

Por isso, é preciso investigar a origem da queda, também porque nos idosos, ela pode ser o início do processo degenerativo do corpo. Entre as lesões mais preocupantes, estão as fraturas de fêmur, punho e quadril. No entanto, como explicou o ortopedista, já existem cirurgias e próteses que permitem que o paciente volte a andar em poucos dias.

Foto: Grupo de Idosos Viver mais
Para evitar que as quedas voltem a acontecer, a dica é treinar o equilíbrio e a musculatura com exercícios simples no dia a dia, que já aumentam a resistência e reduzem o risco de quedas.

Segundo o reeducador do movimento Ivaldo Bertazzo, saber cair é importante para evitar lesões maiores e consequências mais graves.


Por exemplo, para melhorar o equilíbrio, a dica é utilizar sempre uma superfície instável, como colchões e colchonetes, e caminhar descalço sobre ela levantando os pés, com um apoio para os braços. De acordo com a fisioterapeuta Laura Proença, esse exercício simples já ajuda a treinar o corpo e estimular o equilíbrio para prevenir quedas.

Subir e descer uma escada ajuda também a melhorar a força muscular, assim como carregar sacolas e colocar e tirar objetos de uma prateleira, atividades simples do dia a dia. Até mesmo arrumar a cama e agachar para colocar uma meia e um sapato, como mostrou a fisioterapeuta, também podem reduzir o risco de quedas porque são atividades que melhoram a flexibilidade.

Além disso, a fisioterapeuta Laura Proença recomenda que a colcha da cama seja mais curta, que o sapato seja antiderrapante e fechado e que o quarto esteja iluminado, principalmente para quem costuma acordar muito durante a noite. É bom ainda ter um telefone por perto porque, caso a pessoa esteja sozinha, ela pode pedir ajuda com facilidade.

Em alguns casos, é indicado até mesmo o uso de uma bengala. Como a repórter Marina Araújo, a aposentada Ana Lyrs, de 87 anos, e o aposentado Odair Buarque de Gusmão, de 91 anos, usam o acessório para se manterem firmes e equilibrados.

De acordo com o ortopedista Luiz Batata, a bengala não só previne quedas, mas melhora muito a qualidade de vida da pessoa, se for bem utilizada e tiver a altura adequada. Para identificar se o paciente precisa ou não do recurso, é só observar: se ele demorar mais de 10 segundos para andar 10 metros, é um sinal de alerta.

terça-feira, 19 de julho de 2016


Idosos escaparão de revisão dos benefícios por invalidez, diz INSS


"Não há porque convocá-los se eles podem auferir o mesmo benefício de outra forma", afirmou o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social 


O novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Gadelha, disse nesta quarta-feira (13) que os aposentados por invalidez que têm a partir de 60 anos vão escapar da revisão dos benefícios por incapacidade.

 "Não há porque convocá-los se eles podem auferir o mesmo benefício de outra forma", afirmou, depois de tomar posse na sede do INSS, em Brasília. A metade dos 3,2 milhões de aposentados por invalidez no País têm mais de 60 anos. A estimativa do governo é cortar 150 mil desses benefícios com a revisão. O gasto mensal para bancar essas aposentadorias por invalidez é de R$ 3,6 bilhões.

O governo do presidente em exercício, Michel Temer, também anunciou, na semana passada, a revisão de auxílio-doença e do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC/Loas). As perícias devem começar em agosto. O governo tem um mês para normatizar como se dará a convocação e o atendimento dessas revisões.

 "O objetivo não é prejudicar ninguém. Vamos fazer de forma muito criteriosa, para buscar apenas os gargalos, aqueles em que há indícios de irregularidades. Todo cidadão brasileiro que merece o benefício terá o benefício preservado", afirmou Gadelha. Segundo ele, a convocação será feita por carta pelos Correios. "Não é preciso que as pessoas procurem uma agência do INSS neste momento", explicou.

BÔNUS

O governo vai pagar um bônus de R$ 60 por atendimento para os peritos do instituto que aderirem ao processo de revisão dos benefícios. Em dois anos, período estimado para a revisão de todos os benefícios, devem ser gastos R$ 50 milhões com os bônus ao peritos.

O INSS tem 4 mil desses profissionais na ativa, segundo Francisco Cardoso, presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANP). Ele estima que 80% do quadro deve aderir ao processo de revisão. Cada perito faz, em média, 15 atendimentos por dia. Para aderir à revisão e ganhar o bônus, os médicos do INSS devem manter o mesmo número de atendimento e fazer de três a quatro atendimentos de revisão dos benefícios por incapacidade. "Não adianta cobrir um santo e descobrir o outro", disse Gadelha.

 Atualmente, a fila para a concessão do auxílio-doença é de 45 dias, segundo Cardoso. Esse tempo médio de espera para o agendamento já chegou a 90 dias no período da greve, mas o ideal é que não passe de um mês. O presidente da ANP estima em seis meses a um ano o prazo para colocar em dia os atendimentos que ficaram represados no período de quase 140 dias de paralisação encerrado em janeiro deste ano. O governo estima que a revisão desses benefícios vá gerar uma economia de R$ 6 bilhões por ano.

No caso do auxílio-doença, a previsão é de cortar 30% dos benefícios concedidos acima de dois anos. Em relação ao benefício de assistência continuada, a economia deve ser de R$ 800 milhões com a retirada de 2% dos benefícios.

São 4,3 milhões de pessoas que recebem o benefício dado a idosos e deficientes com renda familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo. O custo estimado para este ano é de R$ 45 bilhões. Com informações do Estadão Conteúdo.

terça-feira, 10 de maio de 2016



Perda auditiva dos idosos pode causar depressão, se não for tratada

Elisa Clavery

Idosos que se isolam do convívio social e apresentam sinais de depressão podem estar com um problema físico muito comum na terceira idade: a perda auditiva. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um terço das pessoas acima de 65 anos têm dificuldades para ouvir e o número aumenta quando eles atingem os 75: quase metade dos idosos nesta faixa etária têm o problema. Sem diagnóstico, a privação auditiva pode agravar a saúde física e emocional.

— O fato de o idoso não conseguir ouvir bem faz com que se isole para não passar por situações constrangedoras. Ele não quer mais ir ao aniversário do vizinho, porque as pessoas perdem a paciência com ele, nem à padaria, porque o atendente fala muito para dentro. A pessoa sente uma incapacidade que pode levar à depressão — explica a fonoaudióloga Andréa Abrahão, diretora técnica da rede de reabilitação auditiva Direito de Ouvir: — Para a maioria dos idosos, é recomendado o uso do aparelho auditivo. São vários tipos para vários tipos de perda auditiva.

A audição de pessoas idosas pode ser prejudicada por dois fatores — a degeneração das células do ouvido ou por confusão mental, quando o idoso escuta e não consegue entender. De acordo com a geriatra Márcia Umbelino, contudo, para este segundo caso, o aparelho auditivo não funciona.

— Eles botam o aparelho e passam a escutar um zumbido, já que há uma amplificação da audição. Como o problema não é propriamente auditivo, isso aumenta a desorientação — diz a geriatra: — Muitos dos meus pacientes param de usar o aparelho, que gera um gasto e não funciona. Outros escondem o aparelho para não usar mais.


Apoio e paciência dos familiares

O apoio de amigos e familiares é muito importante, já que motiva a procura por ajuda médica — e, quanto antes o tratamento começa, melhor.

— Graças ao avanço da medicina e da tecnologia, hoje é possível uma pessoa com mais de 60 anos ter uma qualidade de vida excelente. Basta consultar um especialista e estar disposta a receber o tratamento mais adequado — diz Andréa.

Já a geriatra Márcia afirma que, mais importante que a tecnologia, é a informação. Além de ficarem atentos aos sinais da perda auditiva dos parentes idosos, os familiares devem ter paciência e entender o problema:

— A família precisa saber que não adianta gritar. Quanto mais grita, mas eles não ouvem e ainda se sentem piores. O ideal é falar mais devagar, de uma maneira mais fácil de ser compreendida por leitura labial, principalmente quando o problema auditivo é causado por confusão mental — sugere a geriatra.

Consequências

Perfil — Pesquisa da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, mostrou que, entre os idosos com perda auditiva não tratada, 32% foram hospitalizados, 36% tinham maior chance de sofrer danos e 57% estavam mais suscetíveis à depressão.

Diagnóstico — Quanto antes for diagnosticada a deficiência auditiva, menores serão as consequências do problema.

Exame — Pessoas acima de 60 anos devem fazer anualmente o exame de audiometria.

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São João 2014

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Dia das Mães 2014

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