sexta-feira, 14 de junho de 2019


Não se considerar idoso aumenta as chances de felicidade, diz pesquisa

Otimistas com o futuro, eles esperam viver mais tempo do que a expectativa de vida média do brasileiro

Foto: Grupo de idosos Viver Mais

Não se considerar idoso aumenta as chances de felicidade, diz pesquisa Lu Calegari/Agencia RBS Foto: Lu Calegari / Agencia RBS A pesquisa Felizômetro de 2014 revelou que as pessoas com mais de 60 anos estão mais felizes na terceira idade. Oito em cada dez entrevistados se consideram satisfeitos com seu modo de vida atual. O estudo foi realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com 632 pessoas que já passaram dos 60.

O levantamento indicou que felicidade e saúde são questões inseparáveis para o grupo e que evitar rótulos é um dos fatores mais importantes para se sentir feliz.

– A questão não é chegar aos 60, mas não se sentir velho. Todos passamos por transformações que são normais e esperadas no corpo, como se sentir mais lento, precisar de óculos. Quem passa chega à terceira idade e não dá valor às pequenas perdas naturais vai se sentir melhor consigo mesmo e, por consequência, mais feliz – aponta Simone Bracht Burmeister, psicóloga especializada em terceira idade.

Outra constatação curiosa da pesquisa é que enquanto o IBGE estima em 81,6 anos a expectativa atual de vida da população brasileira com mais de 60 anos, os idosos entrevistados dão a si mesmos uma expectativa maior: 89 anos de idade.

– Os idosos não vivem mais simplesmente por viver, eles esperam passar por coisas mais interessantes, ter uma vida melhor. Eles sabem que não precisam mais viver uma vida correndo, podem fazer as coisas de outro jeito. Quando aceitamos melhor nossas limitações, passamos a entender que a vida pode ser vivida com mais qualidade – diz Burmeister.

Encarar a vida de forma positiva é uma das características mais marcantes das pessoas que já têm 60 anos. O estudo revela que a maioria dos entrevistados (62%) acredita ser mais otimista hoje em dia do que no passado e 36% declaram ter ficado mais vaidosos com o passar do tempo.

Além da saúde e do sentimento de não pertencimento ao grupo de terceira idade, outros fatores destacaram-se como importantes para aumentar as chances de atingir a felicidade. O índice ‘Felizômetro” mostra que a independência na hora de consumir (14,5%), o fato de não precisar fazer empréstimos para adquirir produtos que não tinham acesso antes (13,9%), ter condições de gerir as próprias contas livremente (7,6%) e manter uma vida financeira melhor do que no tempo em que eram jovens (6,8%) são outros fatores que pesam consideravelmente para aumentar a probabilidade de ser feliz na vida dos idosos.

Aproveitar o tempo livre também parece ser importante. Entre as ações que conduzem a uma vida mais feliz, atividades de lazer realizadas com muito mais frequência podem impactar em até 6,3% as chances de satisfação com o modo de vida. – Nesse sentido, a família é muito importante. Não é preciso ter os filhos próximos ou vê-los frequentemente, mas manter contato, ter convívio social com amigos melhora a qualidade de vida – conta a psicóloga.

Ao mesmo tempo em que valorizam a diversão, os entrevistados mostram que os rumos da vida profissional têm peso na consolidação da própria felicidade: esse ponto tem potencial para elevar a probabilidade de felicidade em 5,6%.

 – É fato que quem tem atividades sociais, que podem ser continuar trabalhando como também fazer voluntariado ou participar de clubes gourmet. Quem se sente ocupado, é mais feliz, mas a ocupação não precisa ser necessariamente formal, ela precisa dar autonomia. Autonomia é fator chave da felicidade para quem está numa fase cuja imagem é construída como alguém improdutivo.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

AUTOR: ROMULO AKITOMI

DIFICULDADES DA TERCEIRA IDADE E A VALORIZAÇÃO DO IDOSO 

INCLUIR É VALORIZAR!

A principal forma de valorizarmos os idosos é a inclusão. Imagine uma pessoa a qual trabalhou sua vida inteira, cercada de amigos e familiares. De uma hora para outra, tudo isso “acaba”. Quando isso acontece, é natural o idoso sentir-se perdido e triste. Nesse momento delicado, devemos tomar medidas para o idoso se sentir bem e integrado à sociedade. Valorizado.

O Estatuto do Idoso nos deu várias diretrizes para que isso aconteça, inclusive colocando-as como “obrigação da família, comunidade, sociedade e Poder Público”.

Quanto mais o tempo passa, mais o idoso fica dependente, fato que torna dever de todos zelar pelo seu bem-estar.

FAMÍLIA

A presença da família é fundamental para o bem-estar do idoso. Isso para quem viveu acompanhado dos familiares, é lógico. É dever da família arrumar moradia para aquela pessoa que é seu pai, mãe, avô ou avó. Se não tiver outro jeito e precisar deixá-lo em um asilo, deve-se ficar atento às condições do local e também a quem trabalha lá, se tem atividades e principalmente: constantemente, visitar e ouvir o idoso para saber como está se sentindo.

Além de não abandonar, a família deve dar carinho e respeitar o idoso! Assim, ele irá se
sentir mais confiante e ficará mais preparado para as mudanças que virão.

DE TRABALHADOR A APOSENTADO 

Citei acima o trabalho. É estranho alguém trabalhar por vários e vários anos tendo uma rotina e funções definidas e, bruscamente, não ter de fazer mais nada disso! Há quem encare com naturalidade. Mas a maioria não sabe enfrentar o vazio deixado pela falta do serviço.

O artigo 28 do Estatuto do Idoso determina que o Poder Público criará e estimulará programas de preparação dos trabalhadores para a aposentadoria. Mas o melhor é que não se espere pelo tal do “Poder Público” e cada um cuide de aproveitar sua aposentadoria, seja aprendendo algo novo, seja saindo para se divertir, dançar, seja viajando e conhecendo lugares por aí. Embora saibamos que a maior parte dos aposentados mal consegue pagar suas contas. Mesmo quem ganhava bem quando em atividade também tem muitas pri
vações, pois eles aqui no Brasil não conseguem se aposentar com o mesmo salário da ativa.

SAÚDE! 

Sem o idoso superar bem os outros itens citados acima, fica praticamente impossível manter-se saudável física e mentalmente. Por isso, deixei o mais importante para o final: a saúde.

É uma triste constatação: no geral – aqui no Brasil – o idoso envelhece mal, enfraquecido e com problemas de saúde. É dever dos governos oferecer bom atendimento, boas instalações, bons profissionais e também remédios (pois muitos gastam o valor da aposentadoria para comprá-los). O que dizer então dos planos de saúde? Estão cada vez mais inacessíveis, pelo altíssimo preço cobrado da Terceira Idade. Isso para muitas vezes “prestarem um serviço que não presta”.

CONCLUINDO 

Como pudemos perceber, envelhecer no Brasil é uma tarefa difícil, isso porque só listei alguns dos problemas aqui. Porém podemos proporcionar um restante de vida pelo menos digno para os nossos idosos se cada um fizer sua parte. Que tal incluí-los nas nossas vidas, na sociedade, no mundo, fazendo com que se sintam queridos, ativos, úteis, enfim, vivos?

terça-feira, 29 de setembro de 2015


Dia do Idoso: valorização da terceira idade é tema de campanha da Globo

Comemorado em 1º de outubro, o Dia do Idoso vai gerar uma semana de reflexão na Globo. Com a campanha ‘O Dia do Idoso é todo Dia. Valorize’, a emissora se propõe a estimular na sociedade o debate sobre o envelhecimento.

- Com o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população, a discussão sobre qualidade de vida é central na agenda do país. A Globo não poderia deixar de abordar o tema e provocar uma reflexão para aumentar a conscientização de cada pessoa sobre como será a própria vida quando chegar aos 60 anos ou mais - afirma Beatriz Azeredo, diretora de Responsabilidade Social da Globo.

Para a data, o casal Rosamaria Murtinho e Mauro Mendonça gravaram um vídeo bem humorado, que será veiculado nas redes sociais, em que defendem que “velho é o preconceito”. Dançando, o ator afirma: “A gente tem vontade de viver, de realizar, e tem muitos planos pela frente”. Rosamaria completa: “Um belo dia você também vai acordar e vai se sentir idoso, que os anos se passaram e que você tem muita história para contar. E isso é um privilégio!”.

No dia 4 de outubro, domingo, os jogadores de oito times da série A do Campeonato Brasileiro entrarão em campo de mãos dadas com 88 idosos, em vez de crianças. A ação, também promovida pela Globo, mobilizará quatro instituições voltadas para a terceira idade. A homenagem será feita nas partidas Cruzeiro x Grêmio; Flamengo x Joinville; Ponte Preta x Corinthians; e Santos x Fluminense. Com exceção da partida entre Flamengo e Joinville, no Maracanã, todas as outras serão transmitidas pela Globo, a partir das 16h.


A partir desta data e ao longo da semana, programas da grade, de uma forma leve e informativa, promoverão uma reflexão sobre longevidade e seus impactos na vida da população.

terça-feira, 8 de setembro de 2015


Para idosos, exercitar-se é importante mesmo que por 15 minutos, diz estudo

Mesmo atividades leves diminuem risco de mortalidade de idosos. Idosos que fazem atividades leves têm risco de mortalidade 22% menor.

Até 15 minutos por dia de caminhada leve, natação ou passeio de bicicleta podem ajudar adultos mais velhos a viver por mais tempo, de acordo com uma revisão de pesquisas divulgadas na última semana, que concluiu que qualquer atividade física é melhor do que nada nessa faixa etária.

Foto: Grupo de Idosos Viver Mais

Para pessoas com mais de 60 anos, fazer exercícios de moderados a vigorosos está ligado a um risco 28% menor de morrer em um período de 10 anos, em comparação a ser completamente sedentário. Mas até os níveis mais baixos de exercícios estão ligados a uma redução de 22% no risco de mortalidade.

 Para o novo estudo, a equipe avaliou se praticar menos exercício ainda poderia ser benéfico. Eles analisaram informações de estudos anteriores que levaram em conta, ao todo, 122.417 homens e mulheres com idades entre 60 e 101 nos Estados Unidos, Taiwan e Austrália.

Os estudos avaliaram os níveis de atividades físicas dos participantes e seu risco de morrer de qualquer causa em cerca de 10 anos.

A relação entre exercício e risco de mortalidade foi especialmente forte para doenças cardiovasculares e menos forte para câncer, segundo os pesquisadores.

Mulheres mais velhas demonstraram um benefício ainda maior a partir da prática de exercícios do que os homens. Seu risco de mortalidade caiu 32% em comparação com 14% observado nos homens na categoria dos que se exercitavam menos. Uma das razões possíveis pode ser que as mulheres subestimaram a quantidade de exercício que praticaram, enquanto os homens a superestimaram.

Os pesquisadores recomendaram 15 minutos por dia de exercícios, baseados nesses resultados, mas Hupin diz que adultos que não chegam a esse nível podem se beneficiar de apenas se movimentar mais.

"Evidências científicas estão emergindo de que pode haver benefícios para a saúde de atividades físicas leve e de substituir atividades sedentárias por atividades de baixa intensidae, quando a dose é mantida constante", diz.

Fonte: G1 Bem Estar

segunda-feira, 31 de agosto de 2015


Idosos não se identificam mais como pessoas frágeis



Nas placas, ela é representada curvada, apoiada em uma bengala. Mas, na vida real, parte da população de 60 anos ou mais tem imagem diferente. Com maior expectativa e qualidade de vida, os idosos, que comemoram no (1º de outubro) o seu dia, têm viajado mais, estudado, comprado e ocupado espaços públicos e virtuais. O Dia do Idoso foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e a data, posteriormente, foi escolhida para a criação do Estatuto do Idoso, que comemora 12 anos no dia 1º de outubro.

 “Dá preguiça não fazer nada”, sintetiza Elisabete Carvalho do Santos, representante de uma geração que se mantém ativa na velhice. Aposentada, 80 anos, ela dança, canta e vai à igreja. “Já trabalhei muito e não deixo de trabalhar. Quando estou em casa, gosto de fazer crochê e tricô”, diz.

Os idosos são hoje no país 26,3 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 13% da população. A expectativa é que esse percentual aumente e que em 2060 chegue a 34%, segundo previsão do próprio IBGE.
O pesquisador do IBGE Marden Barbosa atribui o aumento do índice e também da qualidade de vida a uma melhoria na saúde e na condição material dos idosos, embora "persistam as mesmas desigualdades encontradas entre as populações mais jovens", ressalta. “A esperança de vida aumentou muito devido à redução da mortalidade infantil”, explica. Segundo ele, a esperança de vida em 2000 era 69 anos, em 2014 saltou para 75 e a projeção para 2060 é 81 anos.

A pesquisa Panorama dos Idosos no Brasil, do Data Popular em parceria com o Instituto Opinião, mostra que a renda dos brasileiros com 60 anos ou mais atingiu R$ 446 bilhões em 2013, o que corresponde a 21% da renda total da população brasileira.

“A sociedade tem visão estereotipada do idoso, com doenças, que consomem recursos da saúde. Que a velhice significa doença e não fazer nada”, constata o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, João Bastos Freire Neto. “É importante dizer que é uma pequena parcela da população idosa que está nessa condição, não é a maioria dos idosos”, acrescenta.

Segundo ele, uma boa qualidade de vida na juventude, cuidados com a alimentação e a prática de exercícios ajudam a ter uma velhice mais saudável. Além do que se pode prevenir, ele destaca os avanços da medicina. “Uma pessoa com mais de 60 vai ter mais doenças crônicas, mas doenças como diabetes, doenças coronarianas podem ser controladas [com medicamentos], sem gerar incapacidade física”.


A idade, no entanto, assusta. Não é raro o medo do envelhecimento. A preocupação em construir uma imagem diferente para os idosos foi o que motivou o movimento Nova Cara da 3ª Idade, da agência Garage IM. O alvo da mudança é o símbolo do idoso, presente em placas e adesivos.

“Hoje, o idoso é retratado como uma pessoa em decadência, curvado e dependente de uma bengala (como nas imagens que o representam), da ajuda de terceiros. Isso não é mais verdade. Há perda de vitalidade, mas o idoso hoje vive mais, está mais saudável, ativo e produtivo. O país está em processo de envelhecimento e levantar essas questões é uma forma de começar a conscientização da sociedade sobre o tema”, diz o fundador da Garage IM e criador do movimento, Max Petrucci.

 A agência criou um novo símbolo, no qual uma pessoa aparece ereta ao lado de 60+. A proposta é que as pessoas imprimam a nova representação e a espalhem em espaços públicos. “Além da experiência e do conhecimento acumulado, que são de grande valor para a sociedade, essas pessoas são ativas, bem dispostas e têm o tempo disponível para viver uma vida em que podem escolher o que querem fazer e como querem. É um novo momento na vida e é possível passar longe da imagem do velho resmungão”, acrescenta Petrucci.

Fonte: Agência Brasil  Reporte, Mariana Tokarnia


Idosos já são 13% da população e país tem menos crianças, diz Pnad

A pesquisa de 2013 mostra tendência de envelhecimento da população. Mulheres chegam a 51,5% da população e são maioria entre mais velhos.



A população brasileira, estimada em 201,5 milhões de pessoas, está vendo diminuir o número de crianças e aumentar o de idosos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, que foi divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra a tendência de envelhecimento do país.

O estudo do IBGE investiga dados sobre população, migração, educação, trabalho, famílias, domicílios e rendimento. Foram ouvidas 362.555 pessoas em 1.100 municípios.

Uma das comparações foi feita no espaço de 12 anos: a proporção de crianças de 0 a 9 anos caiu de 18,7% do total de habitantes, em 2001, para 13,9% em 2013.

Essa faixa etária somou 28,3 milhões de brasileiros no ano passado.

Também caiu a proporção de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos de idade, também na comparação entre 2001 e 2013: desceu de 15,9% para 13,4% do total dos brasileiros.

Editoria de O número de pessoas no Brasil acima de 60 anos (definição de "idosos" dentro da pesquisa) continua crescendo: de 12,6% da população, em 2012, passou para 13% no ano passado. Já são 26,1 milhões de idosos no país.

E aumentou a população dos que tem mais de 40 anos: esta faixa registrou na pesquisa 75,7 milhões de pessoas contra as 62,3 milhões de crianças e adolescentes (faixa de 0 a 19 anos).

A região com mais idosos ainda é a Sul, onde eles chegaram a 14,4% do total. O Norte tem menos, com 8,8% de idosos.

Sexo
A parcela de mulheres continua avançando e subiu para 51,5% do total em 2013. No ano anterior, a proporção era ligeiramente menor: 51,3%.

Consequentemente, houve uma pequena queda na participação dos homens na população, de 48,7% para 48,5%.

Números do Brasil Veja resultados de 2013 da Pnad Analfabetismo e educação Perfil da população Estado civil da população Desigualdade Internet e celular Bens materiais Saneamento básico e luz Ocupação e emprego Segundo a Pnad, nas faixas de idade mais jovens foram registradas mais pessoas do sexo masculino, enquanto nas idade mais avançadas, um maior percentual de pessoas do sexo feminino. Entre quem tinha 60 anos ou mais, 56% eram mulheres e 44%, homens.

Por outro lado, até 24 anos, 50,9% eram homens e 49,1%, mulheres.
Do G1, em São Paulo


Idosos que fazem exercícios podem viver cinco anos a mais, diz pesquisa 

Pesquisa feita na Noruega com 6 mil idosos mostra que atividade física é fonte de juventude. Começar em qualquer idade faz tão bem quanto parar de fumar.


 Uma pesquisa feita na Noruega com 6 mil idosos mostrou que a atividade física é mesmo uma fonte de juventude. Começar em qualquer idade faz tão bem quanto parar de fumar.

A pesquisa revelou que apenas 30 minutos de atividade física de segunda à sexta, com direito a uma paradinha para descanso no fim de semana, já são suficientes para aumentar a expectava de vida em até cinco anos.

O aposentado Luis Frantz estava hipertenso e tinha colesterol alto. O médico receitou exercício físico moderado e ele cumpriu a indicação à risca.

Fonte: G1 Bom dia Brasil.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Saúde


 Novo medicamento para tratamento do câncer de mama será oferecido pelo SUS
23/07/2012 16:39 - Portal Brasil

 Câncer de mama é o segundo tipo mais comum da doença no mundo e o mais frequente entre as mulheres


Ampliar As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo, estando ambas inter-relacionadas O medicamentoTrastuzumabe, um dos mais eficientes no combate ao câncer de mama, passa a fazer parte dos medicamentos de alto custo fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) . Essa iniciativa faz parte do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica a mulheres com câncer de mama em estágio inicial e avançado. Serão investidos R$130 milhões por ano para disponibilizar o medicamento à população. O câncer de mama é o segundo tipo mais comum da doença no mundo e o mais frequente entre as mulheres, com uma estimativa de mais 1,15 milhão de novos casos a cada ano, e responsável por 411.093 mortes por ano. No Brasil, estimam-se que serão 52.680 novos casos em 2012/2013. Em 2010 ocorreram 12.812 mortes por causa da doença. E neste ano, o Ministério da Saúde já custeou mais de 100 mil procedimentos para quimioterapia do câncer de mama inicial ou avançado. O SUS terá o prazo de 180 dias, a partir da publicação que ocorrerá ainda nesta semana, no Diário Oficial da União (DOU), para efetivação de sua oferta á população brasileira. A incorporação do Trastuzumabe foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) para o tratamento de câncer de mama. A intenção é diminuir em 22% o risco de morte de mulheres com a doença e ainda reduzir as chances de reincidência do câncer.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Saúde

Atividade Física na Terceira Idade

Quando parece que o corpo não aguenta mais os esforços de atividades cotidianas, nada melhor que revigorá-lo com atividades físicas regulares. É o que mostra uma pesquisa divulgada em setembro de 2009 pela Hebrew University Hadassah Medical School, de Jerusalém, que acompanhou 1.861 voluntários entre 70 e 88 anos. O estudo concluiu que aqueles que praticavam atividades físicas regularmente aumentaram a expectativa de vida em 15% depois dos 70 anos e permaneceram independentes por mais tempo. A prática do exercício físico na terceira idade pode retardar o aparecimento de complicações e trazer vários benefícios. “Diminui o risco cardiovascular, aumenta a massa muscular e a óssea, melhora a coordenação, a flexibilidade, a força muscular, assim como a atenção, o equilíbrio e a conscientização corporal”, explica Telma de Almeida Busch Mendes, fisioterapeuta e coordenadora da pós-graduação em Gerontologia do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Não é somente o corpo que agradece. Também do ponto de vista psicológico a atividade física traz grandes benefícios. Associada à socialização, pode ajudar no equilíbrio do humor, diminuir a ansiedade e até atuar como coadjuvante em alguns casos de depressão leve, segundo o dr. Mário Sérgio Rossi Vieira, fisiatra e médico do esporte do HIAE. Devagar se vai longe Antes de tudo, porém, é preciso consultar um médico especialista na área (médico do esporte, cardiologista, geriatra ou fisiatra). Esses especialistas avaliam as condições físicas da pessoa e prescrevem os exercícios mais adequados. São analisados também os diferentes componentes da aptidão física: condicionamento cardiorrespiratório, resistência e força muscular, flexibilidade e composição corporal, que inclui as proporções de massa magra (músculos) e massa gorda (gorduras) do corpo. “Isso assegura a realização dos exercícios em uma faixa de segurança e, desse modo, a manutenção da mobilidade, da agilidade e da força muscular, prolongando a independência do idoso”, diz o fisiatra.
Os exercícios aeróbicos de baixa ou moderada intensidade e impacto, como caminhada e hidroginástica, em geral são os mais indicados para quem quer fazer apenas um condicionamento. O ideal é intercalar exercícios aeróbicos, que melhoram o condicionamento cardiovascular, com exercícios resistidos com carga de moderada intensidade para ganhar força e resistência. Estes devem respeitar intervalos entre 24 e 48 horas. O recomendado é realizar 30 minutos de atividade física na maioria dos dias da semana, em intensidade moderada e de forma contínua ou acumulada. Ou então praticá-los no mínimo três vezes por semana por 1 hora. Caso a pessoa seja sedentária, deve começar fazendo exercícios duas vezes por semana, alternando com caminhada. “O objetivo é ir aumentando ambos progressivamente”, diz a fisioterapeuta. Aprender a alongar-se adequadamente é outro fator essencial para melhorar a qualidade de vida. “O aquecimento é uma fase importante, pois diminui os riscos de lesões e aumenta o fluxo sanguíneo para a musculatura esquelética”, explica o dr. Mário Sérgio. Limitações monitoradas Caso o idoso necessite de fisioterapia, terá a pressão monitorada e será estabelecido um limite de frequência cardíaca, determinado após avaliação com testes específicos. Todos os objetivos são individuais e devem ser informados ao paciente, para que conheça o próprio corpo e aprenda a respeitá-lo. Afinal, como afirma a fisioterapeuta Telma, “praticar qualquer atividade física com segurança é ser capaz de reconhecer os limites e quando algo está errado. O mais comum é repetir de oito a dez vezes as séries de exercícios, com 1 ou 2 minutos de descanso entre uma e outra, para que o músculo recupere a atividade metabólica e a frequência cardíaca volte a patamares seguros. E cabe ao especialista que acompanha o idoso informar ao médico qualquer alteração em seu quadro.

domingo, 22 de agosto de 2010


A justiça federal acolheu ação civil do Ministério publico e decidiu que, em nenhum caso, planos de saúde podem aumentar as mensalidades pagas por um cliente apenas por que ele tem mais de 60 anos. A decisão e valida para todo o pais. A decisão foi dada com base no estatuto do idoso, aprovada no ano interior. O Juiz Lincoln Pacheco Costa que acolheu a ação, o Estatuto retroage e assegura a todos os idosos do pais o direito de não terem o valor do plano por causa da idade.
E!! vamos fazer valer os nossos direitos.

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São João 2014

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Dia das Mães 2014

Fotos Sitio